Nutrição 17Jan

Como ler os rótulos das embalagens?


A rotulagem nutricional é obrigatória e é uma forma de comunicar as características dos alimentos para os consumidores. No entanto, existem algumas falhas na sua interpretação. Descobre agora como ler os rótulos das embalagens!


Como ler os rótulos das embalagens?

A legislação obriga que esteja descrito, de forma legível, o valor energético, o teor em proteína, lípidos, ácidos gordos saturados, hidratos de carbono, açúcar e sal. Todas as informações têm de ser expressas em 100 gramas ou 100 miligramas, podendo adicionalmente ser referidas por dose ou porção. 


Alegações nutricionais

Há muitos produtos que se vendem no supermercado porque são isentos, ou de açúcar, sal, ou de gordura. Ou pelo menos é isso que a embalagem dá a entender. Infelizmente o que muitas pessoas não sabem é que, quando há ausência de um ingrediente, há aumento de outro, para o sabor continuar a ser guloso. Algumas alegações são: “Baixo valor energético”, “Fonte de …”, “Natural”, “Magro” e “Light".
 

Valor energético

O valor energético corresponde às calorias presentes no alimento. Podemos encontrar esta referência nos rótulos como “kcal”, que significa, “quilocalorias”, ou “kJ”, que significa quilojoules. Normalmente, este valor aparece no cimo da tabela nutricional, onde estão indicadas as quantidades dos outros nutrientes.
 

Açúcar

Já é de conhecimento público que, muitas vezes, o açúcar vem camuflado com vários nomes. Qualquer designação terminada em “ose” é um açúcar, por exemplo: sacorose, glicose, maltose, frutose, dextrose e xarope. Não te esqueças que o mel também é considerado um açúcar!
 

Lípidos

É a gordura presente nos alimentos e dividem-se em dois tipos: saturados e insaturados.

Para uma alimentação equilibrada deverás consumir lípidos insaturados (cerca de 25 a 30%) e não mais de 10% de lípidos saturados (que são as mais prejudiciais à saúde).
 

Sal

Nos rótulos de embalagem, as designações dadas ao sal, além de “sal”, podem ter terminologias como sódio”, “sódico”. Alguns exemplos são: “Cloreto de sódio”, “Bicarbonato de Sódio”, “Propionato de sódio”…
 

Aditivos

São nutrientes adicionados intencionalmente aos alimentos com o objetivo de os conservar ou melhorar as suas características. Alguns aditivos são seguros para a saúde, devido a terem quantidades bem definidas para quem não sejam prejudiciais, como os corantes, conservantes, antioxidantes, edulcorantes e acidificantes. Alguns dos aditivos prejudiciais à saúde são: nitratos, sulfitos, galactos e eritrosina.



 

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