Alimentação 03Mai

Fast food na nossa Alimentação

Há dois conceitos que definem a sociedade do momento no que diz respeito à alimentação e ao estilo de vida: comida rápida e vida saudável. Mas estes dois termos - fast food e saudável -, em principio, parecem incompatíveis. Ou não o são?

Os homens e mulheres de hoje, praticamente de todas as idades, gostam de se cuidar. Preocupam-se mais com a sua saúde. No entanto, no que se refere à alimentação, se bem que tenhamos consciência da importância de nos alimentarmos bem, ainda caímos na tentação de comer alimentos que nos prometem algo muito valioso devido ao ritmo de vida: poupar tempo. A comida rápida continua a ganhar terreno aos pratos elaborados. O importante é saber diferenciar tipos de comida rápida saudáveis, de outros que não o são. Nem toda a comida rápida deve ser condenada. Ou seja, nem toda a fast food não é saudável.

Se falamos de comida rápida, de imediato a associamos a um hambúrguer, batatas fritas, refrigerante, sandes e, o pior, fritos. Alimentos que contêm um excesso de gordura, sal e açucares. Todos eles, elementos que constituem uma bomba de calorias e de colesterol, estes sim, absolutamente incompatíveis com uma vida saudável.

Porque é tão má a fast food, também chamada de comida lixo?
A comida rápida, popularmente conhecida como comida lixo, apresenta as seguintes características prejudiciais para a nossa saúde:

  • São alimentos com muitas calorias.
  • O risco aumenta quando se oferecem grandes rações por pouco dinheiro, e se se complementa com sobremesas também com muitas calorias. Imaginas do que falamos: hambúrgueres, pizzas e as suas espetaculares ofertas e tamanhos XL.
  • As gorduras saturadas que aumentam o colesterol, enquanto as gorduras trans, aumentam o risco de cancro, hipertensão ou enfarte.
  • Têm um excesso de proteínas. Se bem que as proteínas são boas e necessárias, sobretudo para os desportistas, em excesso são prejudiciais.
  • Contêm muito sal, expondo o corpo a sofrer de hipertensão.
  • Não aportam fibra, prejudicando a saúde do cólon e causando prisão de ventre.
  • Não contêm cálcio nem magnésio, razão pela qual consumi-las frequentemente expõe o corpo a sofrer de osteoporose.
  • Os açúcares são determinantes nos níveis de energia do organismo e repercutem no rendimento da atividade física. Os açúcares simples causam uma subida imediata do açúcar no sangue, o que se traduz num aumento rápido de energia mas seguido de uma baixa igualmente rápida. Ou seja, não proporciona a energia suficiente para uma sessão de treino.
  • Por outro lado, esta comida é muito pesada e favorece os transtornos gastrointestinais, razão pela qual ao fazer desporto podemos acabar com náuseas e outros males estar.
  • O excesso de gordura e açúcares fazem engordar. E o aumento da gordura corporal prejudica a formação e desenvolvimento de músculo, razão pela qual acusarás falta de tonificação muscular.
  • Os altos níveis de sódio destes alimentos podem provocar hipertensão, diabetes e obesidade, entre outras doenças. Uma pessoa doente não poderá suportar determinados tipos de atividade física nem aguentará sessões de exercício longas e intensas, o que é uma limitação.
Conhecidas as consequências do seu consumo, a comida rápida deveria passar para um segundo plano, especialmente daquelas pessoas que gostam de fazer desporto e levar uma vida saudável. Mas, nem toda a comida rápida é comida lixo. Podemos preparar menus e lanches saudáveis com vegetais, lácteos, frutas e carne magra. Vão encher-nos de energia e aportaremos ao nosso organismo os nutrientes que necessita sem o excesso de gorduras e açúcares da comida pré-cozinhada ou embalada, que possui substâncias tão prejudiciais para a saúde.
Fonte: Virgin Active



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